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Trabalho do INT e UFSC ganha Prêmio Aperam South America

Publicado: Segunda, 04 de Setembro de 2017, 18h23

Artigo apresentado no 71º Congresso Anual da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), em 2016, pelo tecnologista Maurício Monteiro, da Divisão de Ensaios em Materiais e Produtos (DIEMP) do INT, foi o escolhido para receber o Prêmio de Reconhecimento Técnico "Aperam South America".

Com o tema "Caracterização química e microestrutural de hastes femorais modulares fabricadas em aço inoxidável ABNT NBR ISO 5832-9", o artigo premiado é assinado também pelos tecnologistas Iêda Caminha, Claudio Santos e Ibrahim de Cerqueira Abud, em conjunto com os pesquisadores Patrícia Cubillos, Carlos Rodrigo Roesler e Vinícius Santos, do Laboratório de Engenharia Biomecânica (LEBm) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A coordenadora de Negócios, Iêda Caminha, que lidera pelo INT o projeto contemplado, receberá o prêmio patrocinado pela Aperam South America, no dia 5 de outubro, às 13h, no encerramento da ABM Week 2017, maior encontro técnico-científico da América Latina da área de metalurgia, materiais e mineração. Organizado pela ABM, o evento acontecerá este ano no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo.


O trabalho

Os implantes ortopédicos (hastes femorais), em primeiro plano, são submetidos a ensaios de resistência à fadiga, no Laboratório de Propriedades Mecânicas e Microestruturais (LACPM) do INT. (Foto: Arquivo INT)O artigo premiado avaliou e comparou a composição química e a microestrutura de dois fabricantes (nacional e importado) de hastes femorais de aço inoxidável austenítico. O estudo  constitui parte dos resultados obtidos no projeto Avaliação da Tecnologia de Próteses Ortopédicas, coordenado pelo LEBm/UFSC em parceria com o Laboratório de Caracterização de Propriedades Mecânicas e Microestruturais (LACPM) do INT, financiado pelo Ministério da Saúde.

 Foram utilizadas diferentes técnicas experimentais disponíveis no INT e, embora tenham sido observadas algumas diferenças entre as hastes nacionais e importadas, o trabalho evidenciou que ambas atenderam os critérios de composição e microestrutura regulamentados na norma ABNT NBR ISO 5832-9.

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