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Presidente da Embrapii destaca oportunidades para inovação na Indústria

Publicado: Quinta, 20 de Abril de 2017, 17h17

O auditório do INT ficou lotado para ouvir o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, no evento "Indeias e Tendências". (Foto: Amanda Oliveira/INT)O diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, no evento "Ideias e Tendências", no INT. (Foto: Amanda Oliveira/INT)

Até 6 de abril deste ano, as unidades Embrapii realizaram 3843 prospecções em 1869 empresas, apresentando 843 propostas de inovação e firmando 202 contratos. O resultado, que demonstra a intensidade da busca de parcerias com o setor empresarial em pesquisa e desenvolvimento visando inovações, foi apresentado pelo diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Jorge Guimarães, durante sua palestra no ciclo Ideias & Tendências, promovido pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT), nesta quarta-feira (19/04).

Outro destaque da apresentação foi o modelo de financiamento Embrapii/Sebrae, que contempla as micro e pequenas empresas de base tecnológica, assim como as chamadas startups. Além do aporte da Embrapii, que garante até um terço do investimento, e do apoio da infraestrutura das Unidades de pesquisa, as empresas dessa categoria podem obter do Sebrae o financiamento de até R$ 210 mil ou 70% do valor da sua parte nesses projetos de inovação. No caso do encadeamento tecnológico, que envolve como parceira uma média ou grande empresa da cadeia produtiva, esse aporte do Sebrae pode chegar a 80% da parte da empresa no projeto Embrapii, limitado a R$ 300 mil.

Jorge Guimarães criticou o ainda tímido investimento das grandes indústrias em pesquisa e desenvolvimento, o que contribui para o baixo índice de inovação tecnológica no Brasil. Defendeu a necessidade de ampliar os centros de P,D&I dessas empresas no pais, para que a meta de 2% do PIB aplicados nestas atividades seja alcançada. Para isso, mostrou que o Programa Embrapii apoia as pesquisas do setor industrial em seu momento mais crítico, o chamado “vale da morte”, quando os estudos saem do laboratório e são preparados para a aplicação em produtos, na fase que antecede a operação.

O diretor-presidente da Embrapii também mostrou que, entre as unidades Embrapii, o desempenho dos Institutos de pesquisas vem sendo muito bem sucedido. O volume de recursos contratados junto a eles já chega a R$ 201,1 milhões*, tendo resultado em 12 patentes, até o momento.

(*dados da Embrapi, 20/03/2017)

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