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Esgrimistas olímpicos do Brasil ganham reforço da tecnologia

Publicado: Terça, 26 de Julho de 2016, 19h19

A pesquisadora Carla Guimarães, do Laboratório de Ergonomia do INT, mostra a plataforma digital de treinamento para os atletas da equipe olímpica de esgrima do Brasil.Os atletas que representarão o Brasil nas Olimpíadas nas modalidades da esgrima ganharam o suporte de um aplicativo que reproduz seus modelos biomecânicos 3D, sob vários ângulos, revelando detalhes de posturas e movimentos dos atletas. O equipamento consiste numa plataforma digital 3D, instalada em tablets e celulares, e os modelos visualizados na tela são criados a partir da captura dos movimentos dos atletas por um sistema óptico eletrônico, que inclui uma sequência de 18 câmeras e sensores de movimentos inerciais e rastreamento do olhar. A solução permite aos técnicos e atletas visualizarem detalhes precisos, que podem ser decisivos nos esportes de alta performance.

O desenvolvimento tecnológico é capitaneado pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT), em parceria com a Faculdade de Educação Física da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), em Barueri, SP, onde estão instalados os equipamentos, que capturam e analisam os movimentos da equipe olímpica brasileira de esgrima. Nesta terça-feira (26/07), a UPM sediou uma nova etapa de coleta de dados e análise do desempenho dos esgrimistas que participarão das Olímpiadas Rio 2016, utilizando a nova plataforma digital 3D. O uso da tecnologia pode contribuir para uma melhor performance na competição.

O trabalho integra o Projeto desenvolvimento de uma plataforma digital interativa 3D que facilite a integração atleta e treinamento para desporto de combate, viabilizado com recursos do CNPq, por meio da Seleção pública de projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, voltados para o desenvolvimento do Esporte em suas diferentes dimensões, em sua linha Esporte de Alto Rendimento. A coordenadora do projeto, a tecnologista Carla Guimarães, Laboratório de Ergonomia (Laber) do INT, junto com a sua colaboradora, a pesquisadora Sonia Correa, do Laboratório de Análise de Movimento (Lacem) da Universidade Mackenzie, elegeram a esgrima como piloto desse projeto.

Após testes com nova tecnologia, pesquisadoras do INT e UPM posam ao lado dos esgrimistas da equipe olímpica brasileira.

Divisão de Comunicação - INT

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