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Pesquisador emérito da França fala sobre catálise heterogênea no INT

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Diretor emérito de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) da França, pela Universidade Pierre e Marie Curie – Paris VI (UPMC), o professor Jacques C. Védrine apresentou, no auditório do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), no dia 14 de novembro, a conferência Selective heterogeneous oxidation catalysis (Catálise heterogênea para oxidação seletiva).

Lotado desde 2006 como professor conselheiro em catálise heterogênea no Laboratório de Reatividade de Superfície, da UPMC, Jacques Védrine realiza pesquisas especiais no tema, orientando estudantes, técnicos, professores e a direção da Universidade. Com formação em Engenharia Química e doutorado em Catálise pela Escola Superior de Química Industrial de Lyon, antes, atuou por 46 anos como diretor de pesquisa classe excepcional do CNRS. O professor atuou como vice-diretor e diretor de Pesquisa e Gestão de Pessoal do Instituto de Pesquisas sobre Catálise de Lyon, na França, entre 1988 e 1998, e foi professor do Departamento de Química da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, de 1998 a 2003.

O Prof. Védrine é autor de mais de 400 publicações em revistas internacionais e sete livros, 250 conferências ou comunicações, incluindo 30 palestras plenárias e 50 palestras convidadas, que o tornaram uma das principais referências internacionais em catálise heterogênea. Seus interesses científicos abrangem: catálise heterogênea (oxidação seletiva em óxidos mistos e polioxometalatos e catálise ácida em zeólitos, polioxometalatos, óxidos sulfatados, etc.), catálise combinatória e técnicas físicas de caracterização de catalisadores.

Promovida pela Divisão de Catálise e Processos Químicos (DICAP), a apresentação no INT mostrou uma visão geral sobre a oxidação heterogênea seletiva com base na experiência do pesquisador e contribuições de outros cientistas pioneiros, como E. Bordes, B. Delmon, J. E. Germain, J. Haber, R. K. Grasselli, F. Trifiro e J. C. Volta, além dos próprios trabalhos e abordagens em Lyon, no Institut de Recherches sur la Catalyze


Os estudos do grupo do pesquisador revelaram que a superfície do óxido pode ser considerada viva, ou até mesmo respirando, de forma a permitir que o mecanismo de Mars e Van Krevelen ocorra. As características e propriedades gerais dessas descobertas possibilitaram muitas novas possibilidades para a área de catálise.

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