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Pesquisador da UFRJ situa a Ciência no caminho da imortalidade

O professor Gilberto Domont fala à plateia do INT. (Foto: Amanda Oliveira/INT)
Convidado do ciclo Ideias & Tendências, o fundador do Departamento de Bioquímica e da Pós-graduação em Bioquímica do Instituto de Química (IQ) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Gilberto Domont apresentou, no dia 31 de julho, no auditório do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), a palestra "2045: o ano em que o homem se tornou imortal". Relacionando perspectivas da filosofia da ciência, biologia sintética, genômica e inteligência artificial, o pesquisador apontou para uma condição que considera como a imortalidade.

Também criador da Rede Proteômica do Rio de Janeiro e da Sociedade Brasileira de Proteômica, o professor Domont defende que este avanço se basearia, primeiramente, na evolução do mapeamento dos 19.587 genes codificadores de proteínas humanas, que possibilitaria a erradicação de doenças genéticas. Por fim, o professor aponta para a evolução das tecnologias computacionais ao ponto de até 2045 estas haverem superado a capacidade cerebral de toda a humanidade e haver sido criada a possibilidade das consciências humanas serem escaneadas para dentro de computadores e permaneçam dentro deles, virtualmente, como softwares.

O professor emérito da UFRJ atribuiu a base de sua formação científica, profissional e ética ao período que tomou contato com a pesquisa no Laboratório de Química de Proteínas do INT, entre os anos de 1956 e 1959. Agradeceu especialmente aos seus orientadores Abrahão Iachan, João Consani Perrone e Lili Disitzer.

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